Projeto Social de Florianópolis usa o bodysurf para tirar jovens das ruas

Fundado em 2006 o projeto social Kaha Nalu tem como principal objetivo oferecer atividades de educação complementar e contribuir com futuro melhor para jovens de baixa renda de Florianópolis.

Seis anos após o inicio de suas atividades, a ONG que está situada no bairro Rio Tavares e utiliza o body surf como principal atividade para atrair os jovens da comunidade, luta por sua própria sobrevivência e busca novos apoiadores.

Durante todos esses anos o projeto contribuiu para a formação de diversos “atletas cidadãos” que sem o apoio desses profissionais tinham dificuldades na escola, problemas na estrutura familiar e muitas “oportunidades” nas ruas.

“Para nós que conhecemos o dia a dia desses jovens o resultado é gratificante, já que eles passam menos tempo nas ruas, estão menos expostos ao uso de drogas e agora tem a oportunidade de construir um futuro melhor” comenta Flávio Carneiro, presidente da ONG.

Devido à falta de recursos o projeto teve suas atividades reduzidas perdendo um grande número de jovens. Atualmente a ONG pretende reverter à situação buscando novos apoiadores e melhorar a infra-estrutura do projeto.

Acesse nosso site WWW.kahanalu.org e faça sua parte. Por menor que seja sua ajuda ela contribuirá para o futuro de nossos jovens.

BossaFloripa se apresenta na Pizzaria Açores

Já tens programa para esta noite de sábado? Então olha só o que vai rolar na Pizzaria Açores a partir das 20:00h.
 

BossaFloripa

A banda surgiu espontaneamente a partir de um grupo de amigos que apreciavam a bossa-nova e gêneros musicais afins e que se reuniam em casa para tocar e cantar como nos velhos tempos da Bossa-Nova. Como ocorreu no Rio há anos atrás, a coisa foi crescendo e o grupo decidiu expandir seus horizontes e compartilhar esses momentos musicais com o público, surgindo então o “Bossa-Floripa”. O grupo mescla musica instrumental com vocais e, mesmo tendo a Bossa como parte principal do seu repertorio, também percorre classicos da MPB e do Jazz.
BossaFloripa é composta por:

Eloi Melo – guitarra. Professor universitário e músico autodidata, esse carioca de Ipanema de 55 anos, radicado em Floripa desde 1994, aprecia um som limpo na guitarra e seu estilo realça solos hamonizados sem uso de palheta.
Marcelo Frias – bateria. Baterista com mais de 40 anos de atuação profissional, tendo participado da banda Secos e Molhados nos anos 70, Frias tem total dominio do seu instrumento, trafegando com maestria pelos mais variados ritmos.

Jean Poloviski – Baixo Acústico. Mais jovem, porém igualmente experiente, Jean é a revelação do grupo. Graças a sua técnica apurada, Jean conduz com classe e finesse seu Baixo Acústico pelos meandros harmonicos da bossa e do jazz.
Cesar Pompeo e Jane Reinaldo – vocalistas. Ele professor universitário, ela secretaria executiva, Jane e Pompeo, têm envolvimento de longa data com a música e agora vem compartilhar suas vozes e emoções com o público.

O que está acontecendo?

Imagem de Evandro Badin

Conforme podemos observar em uma explicação cientifica lançada pelo website jornalfloripa, em uma tentativa sensata de explicar o nevoeiro que há dias atinge nossa região, descobrimos que esse fenômeno costuma ocorrer nesta época do ano nestas regiões de Santa Catarina. “As gotículas de água suspensas no ar prejudicam a visibilidade do motorista e aumentam os riscos de acidentes”.

Entretanto, quem teve um contato direto com essa nuvem de “poluição”, pode constatar que em algumas regiões era possível sentir o cheiro de fumaça que tinha o ar.

Já no G1 (portal de noticias da rede globo), temos a confirmação que essa nuvem de fumaça que atinge muitas regiões do Brasil, inclusive a nossa, é derivada de queimadas vindas do Pará e Mato Grosso. Segundo Karla Longo, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), “ela pode afetar áreas importantes, como a Região Metropolitana de São Paulo, Região Metropolitana de Porto Alegre, mesmo Buenos Aires e a região mais ao sul da América do Sul”.

Por fim, é notável os efeitos que há tempos vêem se agravando em todo o mundo, devido ao uso irracional de toda a população “racional” que nele habita.

– O que está acontecendo?

© Lé0 Machado

E ainda querem respeito

Estacionamento particular= R$ 2,50 hora

Estacionamento zona azul=   R$ 1,00 hora

Vergonha na cara= Não tem preço

 

© Lé0 Machado

OFICINA FARÁ DESENHO DE UTILIZAÇÃO DA ORLA DA ARMAÇÃO

As obras de enrocamento que estão sendo feitas na praia da Armação são de conhecimento público e notório. Trata-se de um fato dado com o qual doravante se conviverá – uma nova área de solo artificialmente criado na praia da Armação.

Esse novo cenário é o objeto de estudo que a Oficina Popular para o Uso do Solo da Orla – OPUSO, que o CCAU e o ND do Pântano do Sul farão conjuntamente na vão central da EBM Dilma Lúcia dos Santos, no dia 4 de setembro, a partir das 14h. O roteiro é dividido em três momentos distintos, e, ao final, propiciará um desenho da orla feito por aqueles que participarem.

A metodologia que será utilizada para que se possa produzir esse desenho será bem simples e envolvente para que todas as pessoas participem ativamente, dando suas opiniões sobre como poderá ser utilizada essa imensa área pública que o enrocamento criou na forma de uma elegante bernunça.

PARA LEMBRAR: No decorrer do processo de discussão do Plano Diretor da cidade, que ainda não teve seu desfecho, já se deliberou o micro-zoneamento em todo o Distrito, porém antes da aparição desta nova área pública. É chegada a hora de a comunidade se debruçar e deliberar democraticamente sobre como pretende utilizá-la (quais equipamentos públicos, pracinhas, estacionamentos, se acolhe via, etc…, entre outras coisas), de forma independente do poder público que, posteriormente, se espera, também apresentará alguma proposta de uso para desta área.

DATA: 04.09.10 – sábado, a partir das 14h até as 18h

LOCAL: EBM Dilma Lúcia dos Santos

 Texto – Gert Schinke

Visitantes Ilustres

Florianópolis não só é um paraíso escolhido por milhares de turistas em busca de aventuras e qualidade de vida, mas também, por algumas espécies de baleias, mais especificamente as Baleias Franca. Esta época do ano, corresponde ao período de reprodução dessa espécie. A reprodução tem inicio entre os meses de julho e novembro, quando saem das águas frias da Antártida, e vem em busca de águas mais quente.

Foram avistados na manhã desta segunda feira, na Praia da Solidão, no sul da ilha, algumas baleias nadando à aproximadamente um quilômetros da costa, entre elas estavam, mãe e filhotes.

Essa espécie de baleia, é a segunda mais ameaçada de extinção no planeta. O principal objetivo da caça é a camada de gordura, matéria-prima para produção de óleo.

O povo catarinense sempre teve a característica de ser hospedeiro e muito simpático, portanto, ajude você também a manter a integridade e segurança de nossos ilustres visitantes.

© Lé0 Machado

Talvez

Talvez um dia você viu alguém,
Que sem saber o porque,
Acha que sei la o que,
Mas mesmo assim, sabe que talvez…
Que talvez não saiba falar o que senti,
Que talvez é,
Que talvez não,
Mas que você senti que pode,
Pensa que deve,
Mas no fim,
Lembra que não era ninguém.
Talvez um dia isso já aconteceu com você também.

© Lé0 Machado

Cláudia Todorov e Marcos Holler na Armação

 

 

Como esta foi a primeira vez que aconteceu um recital de música barroca na Igreja desta localidade, havia muita ansiedade entre os organizadores para saber como o público aceitaria estas manifestações culturais. Ansiedade infundada, pois seria difícil que a maioria das pessoas não se deliciassem com tal tipo de apresentação e ainda como homenagem aos pais.

Por quarenta minutos o timbre da voz da Cláudia e os acordes do cravo do Marcos encheram de melodia esta igreja construída em 1772 com algumas músicas compostas na mesma data. Mas nem só com antigas canções os ouvintes foram brindados. Melodias populares brasileiras também fizeram sucesso.

Muitos aplausos e pedidos de bis aconteceram inevitavelmente no final.
Novos eventos deste tipo já estão em preparação. Aguarde.
Organização – Conseg Distrital do Pântano do Sul
Apoio – Fundação Franklin Cascaes e jornal INFORMATIVO DO SUL.

© Sérgio Aspar

 

Como caracterizar o ser humano?

Para Charles Darwin, o polegar opositor é o traço evolutivo do Homo sapiens. Para Platão, somos bípedes sem penas. Para os lingüistas, foi o diferente grau de sintaxe numa linguagem sofisticada. Mas para o antropólogo e biólogo britânico, Richard Wrangham,  foi sem dúvida alguma o ato de cozinhar.  Do cru para o cozido a espécie humana evoluiu muito.

No seu livro “Pegando fogo – Porque cozinhar nos tempos modernos” ele parte da velha lição de antropologia que o homem começou a ganhar o embate com outros seres e predadores quando dominou o fogo. E leva adiante sua teoria de que não só dominou o fogo como começou a usar para cozinhar a carne das caças. Isto fez toda a diferença.  Comer carne cozida, além de fornecer proteína, economiza emergia que era gasta para rasgar e digerir o alimento. Isso permitiu o seu desenvolvimento mais rápido a tal ponto de o ser humano ser o animal que tem o maior cérebro em relação ao corpo.

O cozimento fornece calorias e apesar da  anatomia humana ser quase a mesma a dois milhões de anos, esse ganho de energia propiciou o surgimento do que se chama de cultura porque liberou o cérebro para multiplicar sua rede de sinapses. Só eles tem um trilhão de conexões.

Estudos demonstram  que a maciez da carne de diversos animais, utilizada na alimentação, significou em uma redução de pelo menos 12% na energia usada para a digestão

A complexidade do cérebro se mostrou determinante para os humanos pois a inteligência é um componente vital  para a vida social. Cozinhar nos ajuda a viver em grupo pela divisão de tarefas.

Espécies com cérebros maiores tendem a formar sociedades mais complexas porque podem dar conta de muitas relações sociais simultaneamente.

O aperfeiçoamento da culinária trouxe contínuos aumentos da eficiência digestiva. Refeições podem durar menos e serem feitas à noite e a gama de alimentos aumentou.

Os vegetarianos não precisam ficar aborrecidos com as idéias do livro sobre a importância da carne e do cozimento  na evolução de nossa espécie. O autor falava no passado.

Como no filme Ratatouille, se os outros animais nos invejassem, seria por nossa capacidade de pegar os alimentos na natureza, temperá-los, combiná-los e levá-los ao fogo. Portanto, homo sapiens, são bípedes sem penas com polegar opositor que falam e cozinham.

Baseada nessas premissas, a Betty, do Nina Gastromia. ali no Balneário Açores, faz uma bisteca de porco com molho agridoce, que sinceramente, tornar-se algo “comparado” ao manjar dos deuses Opíparo. Com uma cozinha simples, mas saborosa, firma-se como excelente opção de almoço no sul de Florianópolis.

© Sérgio Aspar

Imperdível

Especialmente neste domingo, dia dos pais, na Igreja Sant’Anna (Igreja da Armação), com o esforço e empenho de muitos, teremos a oportunidade de ouvir e conhecer Claudia Todorov, um dos maiores nomes da música lírica em Florianópolis. Claudia, além de ser uma excelente cantora, com reconhecimentos nacionais e internacionais, também possui uma voz potente, com larga extensão nos agudos e agilidade vocal.

Em Florianópolis, onde reside há dezessete anos, foi professora da disciplina de “Técnicas de Expressão Vocal” na Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC, solista pela Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, pelo Coro Pró-Música de Florianópolis e pela Associação Coral de Florianópolis, entre outras instituições.

Enfim, nem sempre temos uma oportunidade como esta, contamos com sua presença.

© Lé0 Machado

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